A Fimel, empresa de referência no mercado nacional e internacional no fabrico de máquinas e aparelhos industriais eléctricos para a pintura industrial, conta já com oito anos de experiência no mercado do fabrico de estufas fitossanitárias para o tratamento de paletes de pinho. Sendo que no passado mês de Fevereiro entrou em vigor a norma Portuguesa que obriga o tratamento de todas a madeira, a Fimel, depois de conquistar o mercado marroquino, prepara-se agora para conquistar o mercado nacional.
A Fimel é uma empresa, com sede em Aguada de Cima, Águeda, especializada no fabrico transporte de máquinas e aparelhos industriais eléctricos para pintura industrial, líquida e a pó, oferecendo aos seus clientes a seus clientes a mais-valia de uma solução por medida. “Trabalha-mos todos os dias com o objectivo claro de servirmos o nosso cliente com o máximo de qualidade, apresentando a mais-valia de estudarmos e criarmos um projecto que vá de encontro às suas necessidades. É aqui que nos diferenciamos de muita da nossa concorrência”, explica Leonel Rocha, sócio gerente da Fimel.
Ao sector do fabrico de produtos estão subjacentes todas as restantes actividades relacionadas com a produção, instalação ou comercialização destes equipamentos, bem como de fornos e estufas para tratamentos térmicos e químicos de superfície. Paralelamente, a empresa dedica-se, ainda, à prestação de serviços de pintura a clientes industriais, possuindo para esse efeito três linhas completas de pintura electrostática. No entanto, o fabrico de estufas fitossanitárias é a mais recente aposta da empresa. Venha connosco conhecer este , projecto.
Ainda que na União Europeia a Norma Internacional para Medida Fitossanitárias Número 15 (NIMF 15), directrizes para regulamentar a embalagem de madeira utilizada no comércio internacional, tenha entrado em vigor no início do mês de Março de 2005, é já uma obrigação há cerca de oito anos no mercado de Marrocos. A norma NIMF 15 é igual às demais normas NIMF e foi elaborada pela Secretaria da Convenção Internacional de Protecção Fitossanitária, pertencente à Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Este facto, faz com que, neste momento, a Fimel conte já com esses mesmos oito anos de experiência de mercado na construção de estufas fitossanitárias, uma vez que foi uma das primeiras empresas europeias a fornecer o mercado marroquino.
“Nesse aspecto, o mercado de Marrocos agiu mais atempadamente do que o mercado europeu. Há oito anos que é obrigatório naquele país todas as paletes destinadas ao transporte de mercadoria fabricadas com pinho sejam devidamente desinfectadas antes da sua utilização”, advoga Leonel Rocha, que explica o porquê desta aposta: “Como detínhamos um grande know-how em áreas mui to similares a esta, entendemos que este seria um nicho de mercado que devíamos explorar. Em que boa hora o fizemos, uma vez que,actualmente, estes oito anos de experiência acabam por nos diferenciar da nossa potencial concorrência”.
Neste momento, a Fimel está preparada para fornecer ao mercado nacional as melhores soluções e a última tecnologia mais avançada. De acordo com Leonel Rocha, o tratamento das paletes pode ser conseguido através de duas formas, choque térmico ou fumigação. A Fimel optou pelo primeiro, isto porque, “trata-se de um processo mais rápido, logo mais vantajoso para o cliente, até porque apresenta um grau de manuseamento muito mais eficaz o que se considera como outra importante mais-valia”.
Ainda que a norma tenha entrado em vigor apenas há um mês, a Fimel vendeu já cerca de 20 máquinas, “o que é significativo, até porque, cumprimos já integralmente todos os requisitos existentes na lei para este tipo de mecanismos”. Segundo a NIMF 15, consideram-se requisitos mínimos para esta infra-estrutura um conjunto de equipamentos que capacite o operador económico para realizar o tratamento fitossanitário por choque térmico. Para isso, é necessária a presença, em condições de funcionamento de uma câmara de tratamento munida de uma fonte de calor, sondas e sensores de medição de temperatura e sistema automático de registo de parâmetros fundamentais ao controlo das condições de funcionamento condições de tratamento passível de aferição. De acordo com a norma NIMF 15, a embalagem de madeira deve aquecer de maneira que o centro da madeira atinja uma temperatura mínima de 56ºC durante um período mínimo de 30 minutos. Para isso, deve-se controlar a temperatura no centro da e madeira mediante a colocação de sondas (termoresistencias) introduzidas no centro das peças de maior grossura.
Para que o tratamento seja válido é necessário que nenhuma das sondas registe, em algum momento, temperaturas inferiores a 56ºC durante um intervalo de tempo contínuo de 30 minutos. As soluções Fimel contemplam todas estas premissas. Actualmente, a empresa dispõe já de quatro estufas diferentes para o mercado nacional, ficando ao cargo do cliente a escolha daquela que melhor irá servir as suas necessidades, sendo que a diferença entre elas reside, sobretudo, ao nível da capacidade, as mais pequenas comportam cerca de 240 paletes, sendo que a maior alberga 1500.
Actualmente, a Fimel oferece aos seus clientes uma solução integrada “chave na mão” dos seguintes equipamentos:
O nosso esquema de construção já está aperfeiçoado, sendo rápido e modelar. Neste momento, desde que nos chega uma encomenda até à sua instalação final são necessários entre 30 e 45 dias sensivelmente.
Hoje em dia, as nossas estufas são construídas com perfilados em alumínio, o que lhe confere outra fiabilidade e durabilidade.
Acima de tudo, a nossa aposta é clara na qualidade e consequente satisfação total do nosso cliente”.
Mercê das necessidades que começam agora a existir no mercado nacional, Leonel Rocha acredita que esta solução Fimel irá ser um sucesso. “Uma coisa é certa, neste momento, é já imperiosamente obrigatório que todas as paletes para transportes fabricadas com pinho têm que ser tratadas. Se no mercado português muitos empresários ainda não estão cientes desta realidade, por exemplo, na vizinha Espanha, a vigilância é já muito apertada. Esta é uma norma que será mesmo obrigatório cumprir e é bom que todos os empresários portugueses que usam paletes tenham essa consciência, de outra forma, arriscam-se a alguns dissabores no futuro”, avisa o empresário.
A Fimel está já preparada para o consequente aumento de produção, sem que isso afecte os seus prazos de entrega. “O nosso esquema de construção já está aperfeiçoado, sendo rápido e modelar. Neste momento, desde que nos chega uma encomenda até à sua instalação final são necessários entre 30 e 45 diassensivelmente. Hoje em dia, as nossas estufas são construídas com perfilados em alumínio, o que lhe confere outra fiabilidade e durabilidade. Acima de tudo, a nossa aposta é clara na qualidade e consequentemente satisfação do nosso cliente", assegura Leonel Rocha.

Esta aposta acontece porque a Fimel está continuamente a desenvolver estratégias de aproximação às reais necessidades dos seus clientes, apostando em parcerias com várias entidades nacionais e internacionais altamente credenciadas nas mais diversas áreas garantindo, desta forma, uma vasta gama de soluções, o que permite ao cliente um grau de satisfação bastante elevado. Neste sentido, como grandes parceiros de trabalho, com os quais detém acordos de cooperação para um desenvolvimento sustentado e aplicação de novas tecnologias, a FIMEL trabalha com a Wagner ITEP, Futura, Sodeca, Mecair, Freudenberg, Eclipse entre muitos outros.
A Fimel disponibiliza hoje equipamentos de vanguarda para um controlo rigoroso e mais eficiente do processo de pintura, aumentando significativamente a qualidade do produto final.
Possui também soluções para monitorização e diagnóstico de avarias à distância (soluções de telemanutenção) que permitem a um técnico especializado a correcção, em tempo útil, dos possíveis problemas, sem existir a necessidade de fazer deslocar uma equipa de manutenção. Através destas tecnologias “garantimos aos nossos clientes uma redução drástica dos tempos de inactivação dos equipamentos, independentemente do país onde são instalados, bem com uma manutenção de muito baixo custo.
Movidos por estes factos, estamos contínua e ininterruptamente, a desenvolver o nosso know-how para disponibilizar no futuro equipamentos ainda melhores”, conclui Leonel Rocha.
Fonte: O primeiro de Janeiro
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